10 dicas para multiplicar o dinheiro mais rápido

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Desde 2010 eu e meu marido começamos a investir pesado, pensando na nossa independência financeira.

De todas as dicas possíveis, há 10 que eu acho extremamente importante para quem tem um objetivo de vida igual ao meu.

1. Não ter posses

Não ter posses me possibilita ser livre: posso ir para qualquer cidade, morar em qualquer bairro.

Não ter posses me possibilita economizar: não tenho apartamento (não preciso reformar, consertar infiltrações), nem carro (IPVA, seguro, gasolina, depreciação), nem moto, ou seja, não tenho gastos.

2. Ser minimalista

Tenho tudo o que preciso. Não preciso ter 20 bolsas, 20 sapatos, 20 calças. Ser minimalista é ter o essencial e eliminar tudo o que não é importante. Ser minimalista me possibilitou viver com o que é importante e não sentir falta do resto.

3. Ser frugal

Apesar de ser muito similar a ser minimalista, há diferenças sutis. Ser frugal é ter a qualidade de poupador, econômico, prudente no uso dos recursos de consumo como alimentos, tempo ou dinheiro, e evitando desperdício, esbanjamento ou extravagância (Wiki).

4. Não se comparar com o outro

Pouco me interessa se o salário de um amigo é maior que o meu, se moram em um bairro melhor, se moram em um apartamento próprio e eu não, se ganham joias no aniversário de casamento e eu chinelo. Prefiro me aposentar mais cedo do que ter 10 anéis de brilhante no meu dedo e ser uma escrava do sistema.

5. Não ter redes sociais

Instagram, Facebook, Snapchat e outros que nem conheço. Me pergunto por qual motivo eu perderia o tempo precioso da minha vida olhando a vida dos outros (muitas vezes que nem é uma vida de verdade)?

6. Aumentar o aporte a cada ano

Mesmo não ganhando aumento anual, mesmo tendo 2 filhas pequenas, mesmo meu marido não tendo emprego fixo, a cada ano, nosso aporte aumenta.

7. Reduzir custos

Esforçar para reduzir custos todos os meses. A todo momento avalio meus gastos para ver se há algum ralo aberto, algum gasto desnecessário. Não sou contra gastar, só gosto de gastar bem o meu dinheiro.

8. Aprender a investir

Estudar. Estudar. Estudar. E estudar mais um pouco.

9. Reinvestir

Reinvestir aluguéis, juros sobre capital, dividendos, rendimentos, restituição do imposto de renda, nota fiscal paulista, Méliuz, qualquer pingo que entrar na conta.

10. Baixe seu padrão de vida

Aprendi cedo a sempre viver abaixo do padrão. Isso significa que eu pinto as paredes do meu apartamento, monto os móveis que compro, faço minhas próprias unhas, instalo cortina, levo marmita para o trabalho, uso transporte público, etc.

Não pensem que eu passo necessidade. Longe disso. Eu não gasto para impressionar outras pessoas. Eu aprendi a reconhecer o que é importante para mim e o que não é.

~ Yuka ~

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E quando a culpa é sempre do outro?

culpa

Você conhece pessoas que culpam sempre o outro?

Que é pobre por causa da corrupção do país.

Que não recebe aumento por causa do chefe.

Que só tem pessoas mal agradecidas em volta.

Que não é feliz por causa do namorado.

Que é do jeito que é por causa da família.

Atrasou porque o despertador não tocou.

Culpa do marido que não acordou.

Do vizinho que é barulhento.

Do trânsito que está lento.

Para estas pessoas, atenção!

“Sua vida é o resultado das escolhas que faz. Se não gosta da sua vida, está na hora de começar a fazer melhores escolhas.”

~ Yuka ~

Faça do seu cartão de crédito um aliado

nubank

Uma leitora perguntou se eu utilizo cartão de crédito.

Sim, uso e gosto muito.

Mas já aviso que cartão de crédito é bom para quem já está com as finanças em dia, para quem já sabe quanto recebe e quanto gasta por mês, ou seja, para quem está com as contas em dia.

Se a pessoa ainda não chegou nessa fase, melhor nem chegar perto de um cartão de crédito, é preciso fazer a lição de casa antes. Caso contrário, poderá contrair uma dívida tão grande por causa dos juros rotativos que será muito difícil sair do vermelho.

DICAS PARA USAR O CARTÃO DE CRÉDITO FORMA EFICIENTE

1.) Anote todos os gastos feitos no cartão de crédito

Eu uso o aplicativo de celular Minhas Economias. Toda vez que eu compro algo no meu cartão de crédito, anoto no aplicativo para não perder o controle. Eu gosto de anotar sempre no dia 30 do mês atual. Por exemplo, se compro algo no dia 2, eu anoto no aplicativo no dia 30. Se compro algo no dia 15, anoto no dia 30. E assim sucessivamente. Desta forma, quando fecha a fatura, sei que todos os gastos do dia 30 refere-se à gastos do cartão de crédito.

2.) Use cartão de crédito sem anuidade

Há diversos cartões sem anuidade disponíveis no mercado. Eu uso o Nubank. A partir de agora, vou falar das vantagens do Nubank, ele é o meu queridinho.

3.) Faça parcelamento das compras sem juros

O Nubank possui esta vantagem: parcelar as compras sem juros e depois permite antecipar o pagamento total no aplicativo. Com isso, ganho de 5 a 7% de desconto em cima do valor total da compra.

4.) Aproveite os pontos do cartão de crédito

O Nubank possui o Nubank Rewards. Paga-se R$170,00 por ano e acumula-se pontos (pontos que nunca expiram). Para quem tem gastos no cartão de crédito acima de R$1.600, compensa. Além de possibilitar apagar (isso mesmo, apagar) gastos como Uber ou Netflix mensalmente, também permite apagar gastos em hotéis e passagens de avião.

5.) Concentre os gastos em um único cartão

Eu e meu marido possuímos o Nubank, mas já combinamos que gastos grandes são feitos no meu cartão de crédito para acelerar o acúmulo dos pontos.

6.) Aproveite os combos Meliuz + Nubank Rewards

O Meliuz é um site que tem sistema cashback, ou seja, devolvem uma parte do dinheiro gasto. Por exemplo, comprei uma bicicleta para a minha filha, paguei R$200 no Ponto Frio pelo Meliuz. Ele me retornará 5% do valor gasto. Faço o pagamento utilizando meu Nubank, e como o Ponto Frio me permite dividir em até 12x sem juros, faço o parcelamento. Depois entro no Nubank e antecipo todas as parcelas, ganhando mais 5 a 7% de desconto. Então na verdade a bicicleta não custou R$200. Custou R$176. Nada mal.

Com isso já deu para perceber que eu concentro todos os meus gastos no cartão de crédito, desde compras pequenas de padaria e docerias até compras grandes de móveis e eletrodomésticos.

~ Yuka ~

Marmita: o que cozinhar, como levar e transportar

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Fonte da foto: http://asacokitchen.com/15289

Querem saber a mais pura verdade?

Pode-se levar de tudo na marmita. Sim. Sem frescura e sem medo.

Já vi muitos sites e blogs falando qual era a comida ideal para se levar na marmita, o que pode e o que não pode levar.

Desde que me formei na Universidade e comecei a trabalhar, eu sou marmiteira. São 14 anos sacolejando a marmita todos os dias na bolsa. Ou seja, tenho autoridade nesse assunto rs.

Verdade seja dita, pode-se levar de tudo, e a melhor comida para se levar na marmita é a comida do dia-a-dia. Eu levo desde sashimi (peixe cru), missoshiru (sopa japonesa bem líquida), receitas com creme de leite, empanados, pudim, etc.

Claro, há algumas dicas para evitar vazamentos e também aquela surpresa ‘agradável’ de que seu almoço revirou dentro da bolsa.

Pra começar, todos os meus potes são de plástico. Há pessoas que preferem os potes de vidro, mas como eu vou ao trabalho de transporte público, os potes de vidro se tornam muito pesados para mim.

A seguir, 7 dicas da marmiteira:

Dica 1.) Evite vazamentos.

Para isso, tudo tem que ser acondicionado da melhor forma. Eu tenho potes herméticos com abas, de diversos tamanhos e formatos para levar o meu almoço. Para comidas como estrogonofe, carne de panela, creme de espinafre, etc, o melhor são estes potes com abas que evitam vazamentos:

pote retangular

 

Já para levar sopas, frutas já cortadas que soltam bastante líquido, como melancia e melão, gosto de levar neste pote redondo aqui embaixo:

pote redondo

 

Mas não é porque estes potes não vazam que eu abuso da sorte. Nunca guardo as marmitas em pé na minha bolsa. Mantenho sempre os potes na posição original.

Dica 2.) Evite frutas amassadas.

Muitas vezes, levo frutas inteiras como pera, caqui, pêssego. Neste caso, coloco saco plástico e depois a fruta. O saco serve como um air-bag. As frutas chegam impecáveis. Já escrevi um post sobre isso aqui.

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Dica 3.) Tempere a salada só na hora da refeição

Eu não misturo comida fria (salada) com comida quente no mesmo pote, já que eu esquento a minha comida no micro-ondas. A salada fica em um pote separado e levo o molho pronto em um potinho pequeno para temperar somente na hora da refeição. Assim, consigo manter a salada fresca e gostosa. Levo em mini garrafinhas que comprei em lojas de perfumaria:

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Dica 4.) Pote com divisória: a solução para não virar uma só mistura

Eu gosto de colocar a comida neste pote que tem separador. Arroz pra um lado, a mistura para outro. Se é estrogonofe ou carne de panela, ainda envolvo em filme plástico cada divisória para não misturar no arroz. A batata palha levo em potinho separado para manter a crocância.

pote divisória

Dica 5.) Mantendo a comida fresca

Quando o tempo está frio, eu nem ligo muito em guardar na geladeira, mas quando o dia está quente, coloco na geladeira assim que chego na empresa. Não carrego em sacola térmica, coloco em um saco simples e direto na bolsa.

Vale levar tudo: feijoada, estrogonofe, torta, frutas, empanados, salada, comida japonesa. Vale tudo mesmo.

Dica 6.) Cheiro da comida

Como o refeitório é comunitário, eu evito levar comida que tem cheiro muito forte para não desagradar as pessoas, como sardinha, gyoza e goiaba.

Dica 7.) Faça a comida em dobro

Isso mesmo, quando estou cozinhando, já faço pensando em levar a marmita para o dia seguinte. Então a janta de hoje é o almoço de amanhã. Pensando assim, é muito simples, né? Eu não cozinho pensando na marmita. Eu cozinho pensando no jantar.

~ Yuka ~

A importância de perpetuar a manutenção do casamento

casamento

Eu tenho uma amiga muito querida que se divorciou há pouco tempo.

E posso dizer que depois da separação, ela ficou muito bonita. Começou a cuidar da pele, do cabelo, fez um curso de maquiagem, emagreceu, comprou algumas roupas novas, está viajando bastante, enfim, está muito mais radiante hoje, do que antes.

E comecei a pensar como a rotina, o comodismo e a falta de tempo, faz a gente se descuidar. A gente passa a usar aquela blusa velhinha pra ficar em casa, esquece de dar um trato principalmente quando ficamos em casa… e passamos a não nos arrumar tanto como antes (da conquista, do namoro, do casamento)…

Muitas vezes, só nos damos conta desse descuido quando já é tarde demais.

Não é porque estamos casados e felizes que devemos achar que o amor irá durar para sempre.

Cuidar de si mesma e do outro, dar um beijo, um obrigado, um carinho, um abraço, um eu te amo são atitudes muito importantes para que o amor não se acabe.

Depois que nasceram as nossas duas filhas, eu e o meu marido temos um cuidado extra sobre esse assunto, justamente para que o nosso casamento continue bom, como sempre foi.

Se o casal não tomar cuidado nessa fase, perpetua-se o papel de pai e mãe, anulando o papel de marido e esposa.

Quando um casal se separa, todos saem perdendo. O pai que não vê o filho todos os dias e perde momentos importantes do cotidiano. A mãe que perde um apoio e fica sobrecarregada. E o filho que perde a presença diária de um dos pais.

Claro que há casos em que o divórcio é a melhor alternativa. Mas estou falando da fase pré-divórcio, de quando o casamento está desandando no início e que há ainda amor. Se ainda há amor no casal, com certeza a melhor opção é se reconectarem.

O livro As 5 linguagens do amor, do Gary Chapman, aborda de uma forma bem inteligente as linguagens do nosso amor. Segundo o autor, há 5 linguagens do amor:

  • Palavras de afirmação
  • Qualidade de tempo
  • Presentes
  • Gestos de serviço
  • Toque físico

Quantos casais conhecemos que falam linguagens diferentes do amor? Enquanto para um a linguagem do amor é o toque físico, para o outro são presentes? Os dois ficam frustrados por não perceberem a intenção do outro.

É um livro bem interessante para ler, quem tiver interesse, recomendo a leitura. Não serve somente para relacionamentos amorosos, mas também para relacionamento de amigos e familiares.

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– Yuka –

Turismo e o seu incrível efeito manada

Paris
Fonte

Quando fui para Paris, eu não visitei os principais pontos turísticos, como mandam os sites de guias de turismo.

Eu não entrei no museu do Louvre.

Eu não subi na torre Eiffel.

Não tirei as fotos clássicas, dos ângulos clássicos, dos monumentos clássicos.

Não fui em nenhum restaurante badalado do momento.

Eu não fiz o que todo mundo que visita Paris geralmente faz.

Quando voltei para o Brasil, uma colega de trabalho que sabia que eu tinha ido para lá começou com um bombardeio de perguntas.

E depois de falar “não” para praticamente todos os lugares que ela perguntou se eu tinha visitado, ela perguntou categórica:

– Então pra que você foi pra Paris?

Fui pra Paris pra conhecer a cidade. Cheguei sim a estar de frente pro museu do Louvre e da Torre Eiffel, mas a fila de espera para conseguir entrar eram de 4 horas (em cada uma).

Eu preferi sentar no gramado em frente à torre e fazer um piquenique improvisado, do que ter a obrigação de ficar 8 horas em uma fila só para dizer (para os outros) que fui.

Eu preferi caminhar pelas ruas e conhecer os bairros que não estavam lotados de turistas.

Eu não quis tomar café nas cafeterias famosas, eu quis tomar café naquelas escondidas em becos que só os moradores locais saberiam informar.

A indústria do turismo faz com que todos frequentem os mesmos pontos turísticos, os mesmos restaurantes, as mesmas lojas e querem que a gente faça turismo de 5 dias em 5 países (é só procurar na internet).

Já eu, prefiro conhecer bem uma cidade. Prefiro sentar nos bancos das praças, alugar uma bicicleta, conversar com os moradores, frequentar supermercados do bairro, andar sem rumo pela cidade.

Prefiro reservar casas inteiras, ao invés de quartos de hotéis.

Esse é o meu jeito de viajar de verdade.

~ Yuka ~

Como decorar apartamento alugado

Eu saí de casa aos 17 anos para fazer faculdade em outra cidade, e desde então, o que eu mais fiz foi morar de aluguel. Eu até cheguei a comprar um apartamento há alguns anos, mas por uma questão de facilidade, vendi e voltei a morar de aluguel.

Na época das minhas idas e vindas de inquilina, eu cometi muitos erros. Procurava dicas pela internet, mas era tudo sempre a mesma coisa: coloque tapete, pinte a parede, etc.

Por isso hoje eu resolvi compartilhar as minhas dicas para decorar um apartamento alugado:

1.) A principal regra: tente alugar (se possível) um apartamento que tenha o básico do básico reformado

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Fonte: Pinterest

Se conseguir alugar um apartamento com um piso ajeitado, cozinha e banheiro com azulejos brancos ou claros, o seu apartamento vai ser bem bonitinho mesmo sem gastar tanto dinheiro.

Eu já tentei ajeitar apartamentos antigos que tem o piso colorido, azulejos e armários antigos, banheiros com cerâmica azul-bebê e vou te falar… é difícil.

Por isso, mesmo que demore para encontrar uma casa que valha a pena o custo e o benefício, alugue um apartamento que tenha o básico do básico reformado. Isso vai fazer toda a diferença.

2.) Saiba qual estilo te agrada mais

Há pessoas que possuem dom para decoração. Misturam cores, texturas, tendências e fica a coisa mais linda. Eu não fui beneficiada por esse dom.

Por isso se você não quer gastar dinheiro à toa, defina o estilo de decoração que mais gosta antes de começar a decorar. Há decoração provençal, escandinavo, industrial, boho, minimalista, retrô, etc.

industrial
Estilo industrial. Fonte: Pinterest
boho
Estilo boho. Fonte: Pinterest
Provençal
Estilo provençal. Fonte: Pinterest
Rústico
Estilo rústico. Fonte: Pinterest
Escandinavo
Estilo escandinavo. Fonte: Pinterest

Eu uso o Pinterest para buscar inspirações e salvo em pastas separadas por cômodos. Foi assim que descobri que gostava de decoração escandinava com toque industrial.

3.) Saiba que há algumas benfeitorias que valem a pena tirar do próprio bolso

A regra para alugar um apartamento é que na devolução do imóvel, ele tem que estar nas mesmas condições de quando você alugou.

Sabendo disso, sinta-se à vontade para pintar as paredes, faça furos nas paredes (não no azulejo) para instalar prateleiras. E na hora de fazer a devolução do imóvel, retire todas as prateleiras, arrume os furinhos e pinte as paredes.

Se pretende morar por muito tempo, muitas vezes vale a pena instalar um box no banheiro com o próprio dinheiro, mesmo que o proprietário não concorde em pagar (mas que concorde em instalar)? Alguns gastos são bem-vindos principalmente para garantir o nosso conforto. É preciso avaliar cada situação. Eu mesma estou fazendo isso no apartamento que estou morando. Pedi para trocar os armários de cozinha que já estavam antigos por novos, sem custo adicional à proprietária, e com a condição de que deixarei para ela se um dia saísse do imóvel. Ela topou. É um investimento que valerá a pena para mim,

4.) Não invista em móveis planejados

Não invista em móveis planejados. Procure na internet móveis que tenham tamanhos aproximados do espaço que você tem. Já consegui encaixar em alguns espaços da casa, armários prontos comprados pela internet. Os móveis comprados pela internet são bem mais baratos, então meça tudo antes.

5.) Invista no conforto

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Traduzindo: invista no sofá, no chuveiro e na cama. São itens que valem cada centavo, pois passamos muito tempo utilizando.

6.) Compre móveis de tamanho padrão, linhas básicas e atemporais

Sabe aquela cama king? Aquela geladeira que parece um guarda-roupa? Ou um fogão de 6 bocas? Cuidado na hora de comprar móveis e eletrodomésticos de tamanho maior. Há muitas pessoas que perdem ótimas oportunidades de morar em imóveis bacanas por causa do tamanho dos móveis.

7.) Móveis compactos com design

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Fonte: Pinterest

Claro que não dá para trocar todos os móveis da sua casa a cada mudança de endereço. Por isso, aposte em móveis compactos com design. Usando a criatividade, cria-se espaços novos. Uma mesa lateral pode se tornar o cantinho do café e pufes escondidos viram cadeiras ou mesas de apoio na hora de receber visitas.

8.) Quadros na parede fazem a diferença

quadros
Fonte: Pinterest

Sim. Quadros fazem a diferença na decoração. Os pôsteres podem ser comprados em lojas ou até mesmo impressos em gráfica (o que sai bem mais em conta). Não se preocupe com os furos dos pregos, no final do contrato, você terá que pintar as paredes ao fazer a entrega do imóvel, então aproveite para decorar sua casa do seu jeito.

9.) Abuse das prateleiras

Prateleiras
Fonte: Pinterest

As prateleiras definitivamente são as amigas dos inquilinos. Quer coisa mais prática do que prateleiras? É possível colocar em qualquer cômodo: na sala, na cozinha, no quarto, no banheiro, na lavanderia.

10.) Tenha plantas

plantas
Fonte: Pinterest

As plantas dão um tom aconchegante ao lar. Dê preferência aos naturais, mas se não tiver jeito, vá de artificiais mesmo.

~ Yuka ~