O real significado sobre Sucesso e Fracasso

autoconhecimento

Se há alguns anos alguém me falasse que eu teria um blog, acho que eu teria dado risada,  justo eu, que tirava notas baixas nas provas de Português.

Desde 2013, descobri através dos leitores deste blog que não estava sozinha na jornada do minimalismo, que julgava ser solitária.

Já comentei em alguns posts sobre eu achar que era burra e feia. Foi influência da minha irmã mais velha. Vocês nunca imaginariam, mas eu sofri bullying (essa palavra nem existia naquela época) quase que diariamente por ela e tive minha autoestima dilacerada.

Eu sofri agressões físicas e psicológicas por décadas, e só saí de casa para estudar em outra cidade porque foi o caminho que minha mãe me deu, de financiar minha fuga se eu passasse numa universidade pública.

Fui condicionada a acreditar que eu era um nada, e talvez por isso, aprendi a viver na sombra, tentando não chamar atenção. Não gostava de falar em público por medo das críticas. Tinha medo de tentar, de errar, de fracassar.

Na escola da vida, nos ensinam que o oposto de ter Sucesso, é Fracassar.

Só que como hoje eu sou expert em discordar de diversos conceitos que nos é passado, acredito que essa interpretação está equivocada.

O oposto de Sucesso é Desistir.

Eu tenho me esforçado diariamente no meu desenvolvimento pessoal para evoluir como pessoa e ser uma pessoa melhor. Inclusive, estou fazendo um curso para vencer as nossas resistências com o Leandro Ávila – do Clube dos Poupadores, uma pessoa que eu admiro muito. E ter a oportunidade de conversar com alguém tão sábio e generoso faz com que eu queira ir adiante, faz com que eu queira evoluir cada vez mais.

Em uma parte do curso ele me desafia a colocar minha foto no blog (é, contei para ele do blog aqui rsrs), para que eu lute contra a minha resistência.

E eu percebi que eu não quero mais desistir de mim, nem me esconder. É na jornada do autoconhecimento que aprendemos a enfrentar nossos maiores medos e encontramos pessoas que valem a pena, que nos estendem as mãos para ajudar.

Meu marido é uma dessas pessoas. O Leandro também. E com certeza absoluta, vocês, leitores deste blog.

Eu quero aprender a fracassar diversas vezes para que eu possa crescer como pessoa.

Eu quero evoluir.

Obs.: coloquei minha foto na página principal do blog. Para quem tiver curiosidade, me espia lá. 🙂

– Yuka –

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73 comentários em “O real significado sobre Sucesso e Fracasso

      1. olá yuka,gostaria de saber se vc conseguiu perdoar sua família, ou se isso não te afeta,pergunto pq comigo não foi tão traumático,mas é muito difícil perdoar.tô enfrentando um problema minha família é consumista, e percebo q eles querem q eu ajude sendo que ganho quase a mesma coisa que eles.não acho justo,mesmo sendo meus pais,já tentei alertá-los de toda forma sobre viver de acordo com suas posses mais não tem jeito,fico triste e estou me afastando, e vc como agiria?

        1. Oi Samara, perdoar de coração é difícil, pois às vezes sinto que tive a minha infância roubada pela pessoa que eu deveria mais admirar. Eu tenho um contato reduzido, encontro-a de vez em quando (sempre com meu marido do meu lado para me sentir segura), mas ela não é minha amiga. Eu tenho uma irmã mais nova, com ela tenho uma relação normal de irmãs, somos amigas, também brigamos e fazemos as pazes rs. Muitas pessoas falam em perdão, de que devemos perdoar. Também concordo, mas para mim, preciso perceber que a pessoa está disposta a mudar. Eu já perdoei minha irmã várias vezes, só que sempre levei patada até 2013, eu já era mulher, eu tinha 32 anos. Me sentia mal por não conseguir perdoa-la, até que a minha irmã mais nova falou que o motivo era óbvio… como perdoar alguém que continuava me maltratando? E com essa simples frase, meu coração se acalmou. Hoje eu estou em paz. Sobre sua família, eu imagino como deve ser complicado ter um “ralo” na família. Não importa o quanto você economize, a torneira está aberta. Só que uma coisa que eu tenho percebido é que poucas pessoas querem conselho. Nestes últimos 2 anos, eu tenho devorado livros sobre investimentos e com o conhecimento que adquiri, tentei ensinar vários amigos e parentes sobre como fazer investimentos para alcançar a independência financeira, mas ninguém tem interesse. Quando a pessoa não está pronta para a mudança, a interferência externa é em vão, como você já deve ter percebido. Talvez esse seja o caso dos seus pais, pois eles acham que em caso de deslize financeiro, você estará lá para socorrê-los. No momento em que eles perceberem que você também precisa pensar no seu futuro, em planejar a sua aposentadoria, e que infelizmente não poderá doar o dinheiro, talvez eles mudem. Veja bem, não é o caso de pais que não tem dinheiro e que a filha não quer ajudar. É o caso de pais que possuem dinheiro e querem a ajuda da filha por causa do descontrole financeiro, onerando a filha. É muito difícil dizer de forma leviana o que você deve fazer, mas talvez a melhor forma seria uma terceira pessoa ensinar educação financeira para eles. Só com a consciência financeira eles terão condições de reaprender a viver de acordo com o que eles possuem. Um beijo.

  1. Super me identifiquei com seu texto e com o que você passou. Também tive problemas com a minha auto imagem na infância e, mesmo depois de adulta e de achar que já me amava como deveria, ainda tenho muitos resquícios dessa época. Ainda tenho problemas em receber elogios e presentes, por exemplo. Também estou fazendo um curso que está me ajudando muito a sarar minhas feridas. Um dia a gente chega lá!!! Uma coisa que tenho aprendido com esse curso e com a vida é que a infância é uma fase muito importante e que os traumas dessa época podem deixar muitas sequelas difíceis de reparar. Com isso passei a dar mais atenção à minha forma de tratar minha filha e de sempre estar abastecendo o “tanquinho de amor” dela até transbordar. Depois nos conte melhor como é o seu relacionamento com as suas filhas. Parabéns pelo Blog maravilhoso, vc é D+!!!
    Ps: não encontrei sua foto!!! #curiosa

    Bjos!!!

    1. Oi Carla. Você tem toda razão, também tenho percebido como a infância é uma fase importante, é a base do que viraremos quando nos tornarmos adultos. Adultos bem resolvidos ou adultos com baixa auto estima. O que me ajudou muito é que eu sempre fui muito bem tratada na escola, muito bem cuidada pelos amigos e em todos os lugares que frequentei. Ah, sobre a foto, tem que ver ou no tablet ou no computador. Pelo celular não aparece. 🙂 Beijinhos.

      1. Concordo com a Carla, percebo cada vez mais a importância de fortalecer o amor próprio e a auto estima das crianças. Trabalho muito isso com a minha filha e, acredite, com a minha sobrinha. Não existe fórmula para sucesso, cada relação é única para estas duas pessoas. Também gostaria que comentasse como essa vivência reflete na criação das suas filhas. Beijinho, Clara

  2. Eu conheço a Yuka desde 2000, mas posso dizer que eu passei a conhecê-la de maneira completa mesmo desde 2010. Desde então vejo nitidamente o quanto ela evoluiu, o quanto ela cresceu e se desenvolveu como pessoa. E posso dizer com toda a certeza que dentre o universo de pessoas que eu conheço, ela é a pessoa mais capaz, inteligente, determinada e com força de vontade!
    Na música Losing it, da minha banda favorita, Rush, tem uma parte que é assim:
    “Some are born to move the world —
    To live their fantasies
    But most of us just dream about
    The things we’d like to be”
    Fazendo uma tradução livre, é mencionado que o mundo se divide em dois grupos de pessoas, no primeiro grupo algumas poucas pessoas nascem para mover o mundo, para viver suas fantasias, mas a maioria, no segundo grupo, apenas sonham sobre as coisas que gostariam de ser ou fazer.
    Definitivamente a Yuka é uma das raras pessoas que estão no primeiro grupo!
    E se hoje eu sou uma pessoa melhor do eu era há 7 anos, é justamente por causa da Yu.

    1. Fiquei emocionada em ler seu comentário. Depois de tantos anos me apoiando de forma anônima no blog, finalmente pôde escrever nos comentários rs. Alguns relacionamentos fazem a gente se tornar uma versão melhor de nós mesmos. Se não fosse por você, eu não seria o que sou hoje. Beijos.

      1. Ahh… vocês dois são especiais! Amei o texto Yu, toda a coragem, persistência e constância. Que vocês possam realizar cada vez mais coisas juntos. Que possam continuar compartilhando muitos momentos felizes. Que vocês tenham uma vida iluminada! Yu, minha amiga querida, tenho muito orgulho de você… por toda sua superação de vida e principalmente pela sua evolução. Parabéns por tudo… você é linda por dentro e por fora! Gratidão por ter vocês na minha vida. beijokinhas,

        1. Oi San, sim, tenho muita sorte de ter um marido que me dá tanta força e que acredita tanto em mim. Ele enxerga algo em mim que nem eu ainda descobri. Obrigada por ser minha amiga desde sempre. Beijos.

  3. Yuka, Quem bom que você colocou sua foto. Essa jornada de autoconhecimento é a melhor viagem que podemos fazer nas nossas vidas. A minha começou faz uns dez anos, sou cada dia mais feliz comigo. Toda segunda espero seus posts. Seu ponto de vista sempre combina com o meu. Bjss

  4. Boa tarde!
    Vivemos em um mundo onde o status é prioridade na vida de muitos. É muito chato viver de aparência. Gostoso mesmo é viver uma vida simples e com essencial, lembrando que o essencial pra cada pessoa muda, porquê somos diferentes e temos rotinas diferentes.
    Yuka você é forte, lutar contra a vaidade, arrogância, orgulho, perfeccionismo não é fácil, seus textos são ótimos. Que você tenha uma semana abençoada, com muita luz. ☀

    1. Oi Missiara, lendo seu comentário, lembrei de uma professora que quando eu tinha 10 anos, disse que eu era uma grama, enquanto minhas irmãs eram flores. Eu fiquei chateada na hora porque eu também queria ser comparada a uma flor. Mas entendi quando ela explicou que algumas pessoas nascem flores, enquanto outras nascem gramas. As gramas são resistentes, por mais que as pessoas pisem, esqueçam de aguar, não recebam os cuidados adequados, a grama está lá, sempre de pé, lutando para viver. A beleza da grama está na sua resistência, na persistência e no brilho. Um beijo pra você!

  5. Olá Yuka, comecei a ler seu blog quando estava pesquisando sobre quantas fraldas em média um bebê usa a cada mês. E desde então leio cada postagem, as quais me inspiram em busca do alto conhecimento e crescimento. Através de seu blog voltei a pegar aquele caderno onde tinha escrito os meus sonhos. Risquei os já realizados, avaliei os que ainda quero para o futuro e exclui os que já não fazem mais parte de meu novo estilo de vida? Obrigada!

    1. Oi Raquel. Muito bom saber que você está colocando em prática a sua lista de sonhos. Eu tenho certeza que você vai conseguir riscar todos os itens desta lista por um simples motivo: você sabe para onde quer ir, seus sonhos estão lá, no papel, para você ler sempre. Um beijo!

  6. Hoje na hora do almoço falei com o meu Marido o quanto eu admiro o que vc escreve e como me identifico e que achava que os seus leitores tinha curiosidade de te conhecer, q bom que vc se sentiu pronta!

    1. Oi Livia. Que legal saber disso, fico extremamente feliz! Sim, um dos motivos de ter colocado a foto é que eu (finalmente) descobri que a foto não é para mim, mas para os leitores saberem quem sou eu. Tirando a vaidade de mim, tudo se torna mais fácil. Um beijo.

  7. Que linda!!! Uma japonesinha que escreve e que nos faz pensar em tantas coisas.
    Eu imaginava uma pessoa completamente diferente!
    Até o nome eu achava que era fictício.
    E…estou aqui refletindo em tudo que vc falou.

  8. Primeiro de Guta para Yuka, e agora com foto! Que bacana saber quem é essa excelente pessoa que escreve tão bem e nos faz ler cada post contando os dias para chegar na próxima semana para ler mais!

  9. Yuka, te acompanho aqui desde o comecinho, desde você sendo Guta. Sempre tenho vontade de retribuir seus ensinamentos com comentários, mas a vergonha não deixa. Hoje, depois desse teu grande passo, vim te dizer que você parece tão querida na foto, como nas palavras. Um super beijo!

    1. Oi Tainan, nossa, você também me acompanha há anos então! Eu te compreendo muito bem quando você fala que a vergonha não deixa. Também sou assim. Sempre fui. Vergonha de aparecer, vergonha de fazer perguntas em um auditório, vergonha de falar para um grupo grande de pessoas… só que outro dia assisti um vídeo em que falavam justamente isso, que isso significa que a atenção está voltada em mim. “O que vão pensar de mim? Será que vão gostar?” E por isso a mensagem não pôde ser passada. Eu consegui me enxergar nessa situação. Aparecer no blog não podia ser para mim, e sim para os leitores. Seria legal as pessoas que me acompanham saberem pelo menos como eu sou. E por isso apesar de ainda não me sentir à vontade, coloquei a foto para vencer a minha resistência. Tainan, acho que com você aconteceu o mesmo comigo. Você não postou esse comentário para você. Foi por mim. Você queria tanto passar a mensagem de carinho pra mim, que resolveu vencer sua resistência. Obrigada. Fiquei muito feliz com seu comentário, mais ainda por saber que você está vencendo sua resistência. Um grande beijo e comente sempre que puder. ❤️

  10. Estou adorando acompanhar tb essa evolução. Te acompanho há uns 3 anos, e tb estou fundo nessa jornada do autoconhecimento. Muito legal ver sua foto!!! Mais uma camada do seu eu se revelando!!!

    Me lembrou uma reflexão que vi em um video esses dias… “nós todos somos luz, mas a condição para nascer nesse planeta e viver essa incrível experiência é que teremos que “esquecer” do que somos, para depois nos lembrarmos por nós mesmos… pessoas irão nos ajudar, na verdade, cada um ajuda o outro, mesmo aqueles que achamos que nos atrapalham, lá no fundo, ajudam a nos auto conhecer, ajudam a relembrarmos o que realmente somos!!

    E vc é uma das pessoas que nos relembram, mas é claro que nos ajudando, rsrsrs, com suas reflexões e dicas para pensarmos fora da caixa da matrix!!!

    Grande beijo, e gratidão!!

    1. Oi Débora. É verdade o que você falou. Eu sofri muito na infância, enquanto as pessoas têm saudade da infância, eu quero distancia dessa época. Mas foi por causa dessa fase que eu aprendi a enxergar as pessoas pelo coração, não pela aparência. Foi por causa disso que fui estudar em outra cidade. Se não tivesse estudado fora, eu não teria conhecido meu marido. Foram as experiências que me deixaram forte, é como se fosse uma cicatriz, a pele fica mais grossa, mais resistente. Obrigada por me acompanhar sempre. E vamos que vamos nessa viagem ao autoconhecimento. Beijos.

  11. Oi Yuka !
    Adorei saber um pouco mais sobre sua história, dizem que nos tropeços da vida que se define o melhor ser humano…e tenho certeza que dos momentos difíceis nasceu essa pessoa que todos admiram, desejo que você só cresça ainda mais como pessoa.
    E amei ver o seu reflexo a “foto”, pois conhecer a Yuka que conheci e ver a Yuka na foto e associar a uma só pessoa é muito legal, já te imaginava Japinha 🙂
    Desde criança observei as amizades do meu pai a maioria dos amigos descendentes de Japoneses e eu fui no mesmo ritmo. Desde criança sempre tive amigos descendentes e até hoje tenho contato com uma amiga que estudou comigo na 7 e 8 séries, e sempre admirei porque todos que são descendentes tem uma sabedoria interna muito forte e você não fica para trás 😉
    Essa garra vem de você mesmo!
    Desejo sorte e sucesso sempre para você e na nova fase …um super abraço e obrigada por enriquecer minha vida com textos que nos fazem refletir sempre ❤

    bjs

    Dri 🙂

    1. Oi Dri, realmente nas dores a gente cresce e mostra o que somos e o que queremos nos tornar. Depois de 4 anos escrevendo, finalmente uma foto pra vocês me conhecerem rsrs. Um beijo, linda.

  12. Aguardo toda as segundas para acompanhar seus pensamentos, os quais sempre me ajudam a continuar nessa busca do auto-conhecimento e forma mais simples de vida. Estou aprendendo a dizer não para aquilo que mesmo podendo me trazer mais dinheiro não vai me trazer mais paz. Sei que sigo um caminho inverso à sociedade, é difícil viver explicando o tempo todo minhas escolhas…. mas me acalanto ao ler seus posts e perceber que não estou sozinha.

    1. Olá. Você não está sozinha, só não somos em muitas pessoas rs. O minimalismo não é para qualquer pessoa. Abrir mão de coisas que a sociedade importa e tentar viver com o suficiente é muito difícil. Muitas vezes compramos coisas para preencher um vazio dentro de nós. Compreender o vazio e buscar o autoconhecimento para entender isso é o mais difícil. Muitas pessoas querem resolver a consequências e não a causa. Obrigada por estar aqui comigo. Beijos.

  13. Seu blog é maravilhoso! Você é maravilhosa! Lindo você ter aceitado o desafio. Eu sempre fui muito tímida também e quando disse que ia cursar Jornalismo,as pessoas riam de mim. E cá estou eu,jornalista e blogueira,rsrsrsrs. Suas palavras são inspiradoras. Ah, e você é linda! Imaginava você tão diferente,loira,hehehe. Adorei!

    1. Hahaha tô longe de ser loira. Acho que o que acontece na infância afeta muito a nossa fase adulta. Ninguém deveria nos dizer o que somos e não somos capazes de fazer. Somos capazes de tudo… desde que a gente acredite de verdade. Olha só você, jornalista. Um beijão pra você.

  14. Eu acompanho muitas publicações – seja em blog, sites ou redes sociais, gosto de acompanhar as diferentes correntes de pensamento que existem no mundo, as experiências, os passeios como fonte de inspiração para eu visitar algum dia, enfim, acho essa troca muito bacana. Mesmo que por lazer, eu acredito que todos, sem exceção, podem contribuir para o mundo de alguma maneira. Pelos comentários do seu blog, acredito que você já percebeu o quanto ajudou muita gente né?! Eu penso de maneira muito semelhante a sua, e acho que até moramos perto, pelos lugares que frequentamos… Obrigada por compartilhar conosco suas inquietações, pois pode provocar outras em nós mesmas questionamentos que estavam por ora adormecidos.
    Hoje eu posso dizer que sou uma pessoa melhor e mais consciente por sua causa Yu. Fica aqui registrada minha gratidão 🙂
    Confesso que sentia falta da imagem de quem produz o blog pura e simplesmente por sentir falta do fator humano, sabe?! Minha vontade é de se te encontrar na rua te dar um abraço! 🙂
    Grande beijo e não desista!

    1. Oi Mariana, sim, eu consigo perceber pelos comentários como as leitoras querem o meu bem e acho que é isso que me faz querer melhorar ainda mais como pessoa. É um crescimento mútuo, eu ajudo e vocês me ajudam também a evoluir. Iria ser engraçado se alguém me reconhecesse na rua. Obrigada pelo comentário tão carinhoso, sou muito grata por ter um espaço em que eu posso ser eu mesma e por ter leitores que me acompanham semanalmente de forma assídua. Pode deixar que não vou desistir. Não desista de mim também rs. Beijão.

      1. Pessoas como você é que eu quero que façam parte do meu cotidiano! Conheci pessoas que saíram do virtual para o real, o jornalista Ernani Lemos. Quem sabe né?! Bom, mesmo de maneira virtual, estou sempre por aqui! grande beijo!

  15. Tô tentando comentar desde o dia 18/09, mas por algum motivo o wordpress estava impedindo rs…

    Acho bem impressionante a sincronicidade do universo.
    Estava eu aqui, nesse instante, pensando em como, vira e mexe, eu retorno aos meus sentimentos de inferioridade, de baixa autoestima, me lamentando de como não sou tão bonita quanto gostaria, tão alegre quanto gostaria, tão querida quanto gostaria. Me sentindo culpada por ainda estar presa a esses sentimentos, e pensando que eu não quero me lamentar e sim ser grata, mas como eu acho TÃO DIFÍCIL sair desse ciclo…
    Fiz uma pausa no trabalho, acessei ao feedly, e resolvi ler seu texto novo (eu amo seus textos!), pois sempre são bastante instigadores ao mesmo tempo que me acalmam a alma.
    Feliz por ter lido você aqui, descrevendo semelhante dificuldade. Feliz por saber que não sou a única com problemas de autoestima, com dificuldade de superar esses traumas e com vontade de mudar e ser uma pessoa melhor a cada dia.
    Vamos juntas querida! Com fé, nos espelhando uns aos outros, e construindo uma humanidade melhor.
    Ps: você é tão linda! Suspeitava que era oriental, pelo nome que assina nos textos, mas não sei por que, pensava que você teria traços mais brasileiros. Parabéns por ter superado essa resistência!!!

    1. Oi Karine, realmente, seu comentário estava no spam do wordpress, agora o por quê eu não sei… como eu aprovei, acho que a partir de agora fique mais fácil a nossa comunicação rs. Muitos de nós, mesmo parecendo fortes por fora, temos a nossa maneira de encarar o mundo. Talvez o que me assusta não assustaria você e vice-versa. Somos o que somos pela história e dificuldade que carregamos. O que eu faço muito para que eu saia do comodismo e inércia é fazer a seguinte pergunta: “Tá, e o que eu tenho feito para mudar esta situação?”. É incrível como na maioria das vezes, a resposta é “eu não estou fazendo nada”. Eu achava que era burra por mais de 30 anos, mas percebi que eu podia estudar, não biologia, matemática ou física, mas acompanhar sites e blogs sobre inteligência emocional, inteligência financeira e desenvolvimento humano, e hoje posso dizer orgulhosa que sou até bem espertinha. Sobre eu não ser bonita, eu não podia nascer de novo, mas podia tentar ser legal. Muitas pessoas que não possuem beleza convencional, se tornam bonitas pela beleza interna, por isso eu sempre me esforcei para ser legal. E olha que eu já casei 2 vezes rs. Meu ex-marido e meu marido atual são homens maravilhosos. Quando percebi que tudo dependia das minhas decisões (sobre o que eu estava fazendo para sair daquela situação) vi que podia tornar protagonista dos meus problemas e tentar resolvê-los. Karine, até comentei para outra pessoa que vocês podem até aprender muito com o que eu escrevo aqui, mas eu também aprendo muito com os comentários de vocês. É uma via de mão dupla. Por isso semana após semana eu continuo escrevendo posts aqui. Obrigada pelo comentário, e sim, estamos juntas nessa jornada. Um grande beijo pra você.

  16. Olá Yuka, que prazer em te conhecer!! Desde que conheci seu blog me identifiquei com você, sinto como se fôssemos amigas, já que, depois que entrei na jornada do minimalismo, me senti um pouco sozinha… é difícil falar sobre isso com as outras pessoas, nenhum dos meus amigos tem a cabeça que tenho agora. Ler seus posts e a troca de idéias nos comentários me fizeram sentir acolhida e agora saber que esses pensamentos tem um rosto é mais bacana ainda!! Parabéns pela superação!! Adorei a mudança no blog!! Está de parabéns!! (em tempo: no último comentário disse que iria vender meu carro e andar de uber. Quando contei pra minha mãe, estava na frente de outras pessoas e ela não falou nada. Depois, quando eu estava sozinha, ela veio me perguntar porque eu estava querendo fazer isso, se eu estava precisando de dinheiro… hahahahahahah, tadinha, é com essas e outras que eu percebo o quanto é difícil nos livrarmos de certas amarras…. ainda bem que tenho conseguido!!). Beijão!!

    1. Oi Camila, eu passo a mesma situação que você, onde tenho mais liberdade para falar sobre consumismo, viver com menos e sobre independência financeira é aqui no blog. E é muito legal ter essa troca de experiências nos comentários. Acho que é onde eu aprendo mais! Achei muito engraçado o que você contou da sua mãe, mais ainda por ela ter te chamado no cantinho para perguntar sobre falta de dinheiro. É assim mesmo. Passo isso direto. Vejo muitas pessoas comentando assim: “Ah fulano de tal é rico, olha o carrão dele, olha o apartamento lindo dele”, sem nem ao menos passar pela cabeça que muitas vezes o fulano não tem dinheiro, ele tem dívida. Talvez por isso mesmo quando eu tento falar sobre como alcançar a independência financeira (quando os rendimentos dos investimentos forem superiores aos meus gastos mensais) ninguém me dá bola kkkk. Justo eu, que não tenho posses rsrs. Beijos.

      1. Yuka, desculpa ficar batendo papo nos comentários, mas ontem à noite aconteceu uma coisa bem chata. Eu estava na casa dos meus pais e eles me chamaram pra uma conversa séria. Já não bastasse minha mãe achar que eu estava precisando de dinheiro, eles queriam saber porque eu decidi vender meu carro, porque eu estava me desfazendo de um “bem” que eu tinha. Disseram que esse dinheiro ia sumir, que eu ia gastar tudo (justo eu, que sou super regrada com dinheiro e ainda investidora) e que não teria dinheiro para comprar outro carro quando eu quisesse. Confesso que fiquei bem incomodada de ter que ficar me justificando. Não que eu me importe com a opinião alheia, ninguém paga minhas contas, sou casada há 10 anos e tenho minha vida. Mas te pergunto, com você é assim também? Tem sempre que ficar justificando suas escolhas pros outros? Como lidar?

        1. Oi Camila. Eu não costumo justificar para ninguém as minhas escolhas. Poucas pessoas sabem realmente dos meus planos futuros. Por exemplo, quando eu vendi meu apartamento, as pessoas sabiam que eu morava em 1 dormitório, com 2 filhas eu precisaria de um apartamento maior. Todo mundo pergunta quando irei comprar um apartamento, já que estou “perdendo dinheiro” pagando aluguel. E eu respondo que estou procurando, mas que ainda não achei um apartamento legal com o preço que eu consigo pagar. Falo assim pra todo mundo, várias vezes, quantas vezes forem necessárias. Então eu crio uma resposta padrão em relação ao apartamento e ao carro. Para a resposta de não ter carro, eu só falo que moro e trabalho perto de metrô e que meu marido é o fanático por bicicleta. Então por enquanto não sinto necessidade de ter, mas que claro, se um dia sentir necessidade, que irei comprá-lo. Não é o que eu acho de verdade, não tenho apartamento e carro por outros motivos, mas as pessoas não têm interesse em saber os motivos reais. Eu já tentei explicar sobre desapego, sobre a sensação de liberdade, do custo de oportunidade, mas as pessoas não tem interesse em saber. Então depois que criei essa resposta-padrão, as pessoas sentem-se satisfeitas com a minha “justificativa”. Talvez com você dê certo também.

    1. Oi Cíntia, sim, a questão principal é que eu gosto do anonimato. Gosto dessa situação. Mas nesse curso que estou fazendo, meu professor falou que eu tinha que entender que “aparecer” não era pra mim, e sim para os leitores. Que o fato de eu aparecer e contar a minha história fortalece quem está do outro lado. Da mesma forma que eu queria saber a história de vida dele, o que o motivou para chegar onde ele chegou, entendi que era importante colocar uma foto no blog rsrs.

  17. Yuka, quando puder faça um post falando sobre investimentos e sobre liberdade financeira. Gosto deste assunto assim como gosto do minimalismo… Quero muito me tornar investidora e ter a minha liberdade financeira também… Li estes dias em um dos seus posts, você dizendo que é funcionária pública, também sou (municipal), mas desejo muito um cargo público melhor… Sei que pode soar contraditório, mas apesar de me identificar com o minimalismo, quero poder proporcionar para mim e para o meu filho uma vida mais confortável e com o salário atual, está impossível.
    Gosto muito da maneira como você escreve… parece que estou conversando com uma amiga.
    Beijos!

    1. Oi Silvana, pode deixar que vou escrever sim. Durante a minha primeira licença-maternidade, eu estudei horrores sobre investimentos e deu até vontade de mudar de emprego, ser educadora financeira rsrs. Não é contraditório não, você querer um cargo público melhor. Apesar das pessoas falarem que dinheiro não traz felicidade, não ter dinheiro é um problema. Como o meu emprego paga um salário relativamente alto para a minha área de atuação, não vejo motivos de sair, mas enxergo como uma oportunidade para juntar dinheiro e investir. Vou ver se escrevo um post sobre esse assunto. Beijo pra você.

  18. Acabei de conhecer seu blog e estou adorando! A primeira coisa que vemos ao acessar é a foto do perfil, acho isso tão legal, ver a pessoa que escreve. Somos visuais. E apesar da foto ser pequena, vc é tão linda! Amo orientais. Valorize seus traços, seus cabelos e tudo mais!

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