Otimismo e gratidão 

gratidao

Uma coisa não posso negar. O minimalismo me ensinou o significado da gratidão.

Hoje sou um misto de uma pessoa otimista com expectativa baixa. Hã? Deixe-me explicar porque essa combinação é fenomenal. Ela faz com que a gente fique feliz com praticamente qualquer coisa que acontece na nossa vida. Quer ver?

  • Tropecei e ralei o joelho… ainda bem que não ralei meu rosto.
  • Roubaram meu celular… pelo menos o celular era bem velhinho.
  • Peguei uma doença da minha filha e tive que ficar 2 dias de repouso do trabalho… que bom, vou aproveitar pra descansar.
  • Perdi R$10,00 na rua… Dos males o menor, podia ter sido R$50,00.
  • Se não recebo o dissídio anual, pelo menos não perdi o emprego.
  • Se meu marido fica sem emprego, pelo menos foi num período bom, assim ele acompanha de perto minha licença-maternidade.

Enxergar tudo pelo lado bom, facilita a vida e deixa tudo mais leve. É tentar, apesar das dificuldades do dia-a-dia, se colocar no lugar do outro e saber que a situação poderia ser muito pior.

Às vezes, a nossa vida continua sendo a mesma, o que muda é a interpretação daquela história.

O que muda é como passamos a enxergar a vida. 

~ Yuka ~

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16 comentários sobre “Otimismo e gratidão 

  1. Yuka, adoro essa linha de pensamento, procuro exercitar sempre, pois olhar o lado bom dos acontecimentos nos trás gratidão, um sopro que seja de felicidade e em alguns momentos serve como ferramenta para estimular as pessoas a nossa volta.
    Uma ótima semana para vc! Bjo

    • Realmente, mudando o jeito de olhar os fatos que acontecem com a gente, surge uma nova interpretação. Tanto que estamos aproveitando essa fase que meu marido está em casa (sem emprego) para curtir a nossa bebê linda. Um beijo.

  2. Querida Yuka, as suas publicações são uma fonte de recursos que aplico na minha vida, (e olha que tenho vivido muito, e se Deus permite, vivirei muito ainda!). Voce nunca saberá o quanto tenho aprendido com os seus comentários e ensinamentos, todos tem uma perspectiva de vida muito excelente e concordo com tudo. Continue escrevendo, para mim você é muito especial e me faz muito bem…Parabéns pela sua vida e pela sua família.

    • Olá Margarita. Sint-me muito lisongeada e agradecida por você gostar do blog. Tento dividir meu escasso tempo (trabalho + casa para cuidar + marido e 2 filhas pequenas) para escrever nesse blog que tanto me traz paz. Tudo o que escrevo aqui, são coisas que acontecem no meu dia-a-dia e realmente aplico o que escrevo. Espero que continue me acompanhando. Um beijo carinhoso para você.

  3. São as pequenas coisas que nos trazem mais alegria,mas com o tempo a gente vai perdendo a capacidade de se alegrar com elas. E estas pequenas coisas em sua maioria não custam nada. Quando eu era criança, eu ficava muito feliz com o iogurte que eu ganhava uma vez por mês. Meu pai comprava uma bandeja para dividir com todo mundo. Era de morango com pedacinhos,lembro até hoje. Ontem mesmo eu estava questionando meu marido porque parece que as coisas hoje não são tão gostosas quanto antigamente. Ele me falou que hoje a gente tem mais condição financeira mas não tem tempo nem de comer direito e nem se lembra de agradecer.

    • Acho que a explicação que seu marido deu tem muito sentido. Vivemos uma era de ansiedade. Enquanto estamos almoçando, já estamos pensando no que vamos fazer depois. Enquanto estamos trabalhando, já pensamos na lista do supermercado, e assim, a gente nunca está presente, curtindo o momento. Um dos motivos de eu querer reaprender a fazer uma única coisa por vez, é por esse motivo. Se eu estiver tomando chá, quero prestar atenção no sabor do chá, na temperatura do chá, na fragrância do chá e por aí vai. Espero um dia conseguir 🙂 Beijão.

  4. Excelente reflexão como sempre. Quem mantem as expectativas baixas tem maior probabilidade de se surpreender e menos de se decepcionar. Seu texto me lembrou bastante de um livro que li há muito tempo chamado Pollyana, a história de uma garota muito otimista (porém na minha opinião, otimista demais). Exercitar meu lado otimista ainda é algo difícil para mim.

    • Eu tenho uma amiga, que por coincidência se chama Aline, que sempre me chamou de Pollyana. Inclusive li o livro por causa dela rsrs. Meu marido era um pessimista com P maiúsculo. Com o tempo, ele passou (aprendeu) a enxergar o lado bom das coisas. Tinha uma época inclusive, que a insatisfação dele era tão grande, que ele queria sair até do Brasil. Hoje, como vê, estamos instalados em São Paulo e até tivemos 2 filhas. Então apesar de ser difícil, é possível mudar um pouco o jeito de enxergar as coisas. Boa sorte pra você.

  5. Yuka, gratidão por existir um cantinho assim como o seu !
    Penso igual, deve ser por isso que mesmo com os baixos da vida eu consigo contornar a situação….temos que ter gratidão por estar bem e com saúde !
    Fui lendo e concordando com tudo !
    É bem isso o seguimento de vida…. na minha opinião 😉

    Um abraço enorme!
    E saúde para toda a família !
    bjs

    Dri 🙂

    • Oi Adriana, pensar assim torna a vida mais leve, né? E o maior exemplo de que podemos tentar ser mais otimista é o meu marido. O apelido dele no trabalho antigamente era “garoto enxaqueca” rsrs. Beijos.

  6. “Às vezes, a nossa vida continua sendo a mesma, o que muda é a interpretação daquela história.”
    Amei a frase! Só poderia vir de alguém como vc Yu!! 🙂

  7. Gostei do texto mas…tenho que acrescentar um mas. Quem fica só olhando o positivo, também tende a ficar passivo. Que quero dizer com isto? “Ah, não recebi o dissídio..que bom que não perdi o emprego” não dista muito de “meu chefe pediu para ficar tempo extra pela décima vez na semana e não recebo nada por esse tempo…mas que bom, ainda tenho emprego”. Temos que ver o lado positivo de tudo, sim, e tentar não ficar enxergando só o ruim. Mas não podemos ficar passivos perante o ruim. Tenho um conhecido que é super positivo. Mas olha o comentário dele tempo atrás: “Hoje agradeci à vida. Na porta do metrô tinha um cara pedindo dinheiro. Que bom que não era eu”. Ok, eu estou profundamente agradecida com a loteria da vida não ter me colocado nesse lugar. Mas o que fazemos com isso? Agradecemos e já, que bom que não sou eu e não faço nada pelo próximo? Além de sermos positivos eu acho que temos que nos perguntar também o que fazemos para que os outros possam sentir gratidão pela vida que tem. Um beijão!

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