Buscando a simplicidade

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Durante muito tempo acreditei que pessoas bem sucedidas eram aquelas que ganhavam muito dinheiro e possuíam inúmeros bens como carros, apartamentos enormes, empregos rentáveis, poder, status, reconhecimento…

Só que há alguns anos, cansei de mostrar o que não sou. Ser para os outros, o que eu não queria me tornar. E aos poucos fui simplificando minha vida: joguei fora objetos, joguei fora alguns sentimentos e joguei fora algumas pessoas. Ao mesmo tempo que eu ia me livrando daquele peso todo que eram os excessos da minha vida, fui percebendo que o nó da minha vida também se desatava.

A palavra ‘simplicidade’, de um modo geral, significa ausência de excessos e extravagâncias na ordem material, social ou psicológica.

Ao aprender a desapegar das coisas, fui descobrindo de que não preciso, nem devo me comparar com os outros. O que traz felicidade para um, não necessariamente traz felicidade para mim. O que traz felicidade para mim, pode ser uma bobagem para o outro.

E passei a admirar as pessoas que conseguem ir no sentido contrário que o mundo inteiro vai: de que consumir é bacana, de que ter muitos bens é sinal de sucesso. Admiro pessoas que ao invés de ter coisas, preferem ter momentos. Ao invés de ostentar as coisas que tem, compartilham experiências. Ao invés de excessos, preferem a simplicidade.

Hoje, esforço para me tornar a pessoa que eu quero me tornar, e não o que as pessoas querem que eu me torne.

E posso dizer que cada passo que tenho percorrido por esse caminho, tem valido muito a pena.

~ Yuka ~

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Você usa seus cremes até o final?

Eu achava que sim.
Até que descobri que não.
Pelo simples fato de nunca perceber a quantidade de produto que ainda ficava nos tubos e potes de creme após achar que tinha tirado até a última gota.
Olha só neste exemplo.
Eu terminei de usar o protetor solar e após perceber que não saía mais nenhuma gota mesmo com todo o meu esforço de apertar, resolvi abrir o tubo com uma tesoura.
Olha quanto de creme ainda tinha dentro.

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Adivinhem quantas vezes mais eu consegui passar o protetor no meu rosto?
Nove vezes.
Foram nove aplicações generosas no meu rosto. Inacreditável, não? E pensar que já estava indo para o lixo…

Fiz um outro teste, só que desta vez com o protetor solar que meu marido passa no corpo para andar de bike. Pedi para ele não jogar fora o tubo depois que terminasse de usar.

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Abri com a tesoura, mostrei pra ele a quantidade de protetor solar que ainda tinha dentro, e ele conseguiu aplicar 7 vezes pelo corpo (em cada aplicação, ele passa nas pernas, braços, pescoço e rosto).

Para não ressecar, embrulhei em um filme plástico enquanto terminava de usar.

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~ Yuka ~

Onde comprar roupas para gestantes em São Paulo

Até os 4 meses de gravidez, as minhas roupas estavam servindo muito bem, já que tinha engordado bem pouco. Só que a partir do quinto mês, comecei a sentir que alguns dos meus vestidos, saias e blusinhas começaram a apertar e percebi que tinha chegado a hora de comprar algumas roupas.

A primeira coisa que fiz foi dar uma boa olhada no meu guarda-roupa e experimentar quais ainda serviam e quais não serviam mais. Fiz uma separação e fui colocando todas as roupas que não serviam no lado esquerdo do guarda-roupa. Conforme minha barriga for crescendo e as roupas forem apertando, irei transferir as roupas para este lado. Assim, terei sempre uma noção boa de quantas roupas ainda me servem.

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A partir dessas roupas que já possuo, quis ter algumas peças mais básicas para poder combinar: legging preta e blusinhas que comportem melhor minha barriga, já que as calças não me servem mais (tenho algumas saias que ainda servem).

No bairro Bom Retiro, em São Paulo, há uma pracinha escondida onde há várias lojas de roupa para grávidas. É bom porque as lojas ficam concentradas num único lugar e evita muita andança, além de ser bem perto da estação Luz, do metrô.

– Maria Prenha – Rua José Paulino, 226, loja 43 (11) 3333-4587

– Gent’s – Rua José Paulino, 226, loja 66 (11) 3337-8686

– Bebê a Bordo – Rua Jose Paulino, 226, loja 41 (11) 3337-7888

– Bebê a Caminho – Rua José Paulino, 226, loja 38 (11) 3333-4587

Eu comprei 2 batinhas, 1 calça legging e 1 vestido longo.

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Acho que vai combinar com as peças de roupas que já tenho.

~ Yuka ~

Como organizar a sua despensa

Eu já organizei várias vezes a minha despensa, mas nunca consegui mante-la organizada.

E para ter uma despensa organizada e principalmente, manter organizada, descobri a importância de focar nos seguintes detalhes:

– ter a visualização de todos os produtos;

– a retirada dos mantimentos deve ser fácil;

– fácil de repor os mantimentos depois de ir ao supermercado;

– todos da família precisam entender como está disposto os mantimentos na despensa.

Pensando nisso, segui os passos:

1.) Esvaziar todo o armário e dar uma boa limpada:

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2.) Tive em mente de que as coisas que mais uso, deveriam ficar nas prateleiras do meio (prateleiras B, C e D). E as coisas mais pesadas, como caixas de leite, deveriam ficar na última prateleira (prateleira E).

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3.) Coloquei nas prateleiras C e D os mantimentos que guardo nos potes de vidro.

Na prateleira C, coloquei itens de mercearia que tem uso mais imediato, como o café, açúcar refinado, açúcar mascavo, aveia, crouton e uva passa. Mais no fundo, guardei fubá, farinha de trigo, farinha integral, farinha de rosca, milharina, maisena, milho para pipoca e sal.

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Na prateleira D, coloquei itens de mercearia que precisam de algum preparo ou cozimento, como o arroz, arroz japonês, arroz para risoto, arroz integral, feijão, macarrão, trigo para kibe, trigo de arroz e grão de bico.

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4.) Na prateleira E, como a altura é maior, coloquei uma prateleira para aproveitar melhor o espaço. Na parte superior, coloquei itens de reposição dos mantimentos da prateleira C e D, principalmente dos itens que uso com frequência, como açúcar e farinha.

E na parte debaixo, coloquei as caixas de leite e os temperos para salada (dentro do cesto: vinagre, vinagre balsâmico, vinagre temperado (ensinei a fazer aqui), azeite, óleo, óleo de gergelim e mel).

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5.) Sobraram as prateleiras A e B.

Na prateleira B, coloquei itens de uso mais frequente que são os doces e comida japonesa.

Na parte de doces, coloquei num cesto o leite condensado, achocolatado em pó, chocolate em pó, granulado de chocolate, leite de coco, coco ralado e chá. E não dá para ver direito na foto, mas no fundo desse cesto, tem uma outra caixa onde guardei forminhas para brigadeiro e cupcake.

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Na parte da comida japonesa, utilizei também um cesto, mas também coloquei as divisórias (comentei neste post aqui).

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6.) E finalmente, na prateleira A, coloquei itens enlatados, lembrando sempre de colocar os produtos mais novos atrás dos que já tínhamos na despensa (veja na foto este exemplo na lata de ervilha, milho e creme de leite).

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7.) No final, a despensa ficou organizada desta forma:

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8.) Depois de organizadas, todas as prateleiras e os potes de vidro foram etiquetados com a rotuladora.

~ Yuka ~

A difícil tarefa de dizer: “não quero ouvir isso”

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Por muitas vezes, durante muitos anos, talvez durante a vida inteira, eu sempre ouvi o que as pessoas tinham para me contar, mesmo se isso me fizesse mal.

Uma fofoca cá, uma maldade aqui, uma inveja ali, um desabafo acolá.

Às vezes as pessoas ao desabafar alguma coisa, despejam os problemas em cima da gente e depois quem tem que carregar aquele fardo somos nós.

Ouvir alguém falar sobre outra pessoa, com a nítida sensação de que é pura inveja é uma sensação muito pesada para mim e me custa ouvir, pois aquilo me dói. Dói porque começo a fazer julgamentos ou da pessoa que está falando mal, ou da pessoa que está sendo falada.

E ao perceber o mal que me fazia, aprendi a dizer “não, não quero ouvir isso”.

Quando percebo que alguém começa a falar sobre um assunto (geralmente sobre outra pessoa) que vai me fazer mal, falo com jeitinho, mas firme a ponto de não precisar falar 2 vezes: “por enquanto acho melhor eu não saber notícias sobre isso porque da última vez que conversamos fiquei muito nervosa e estou querendo me poupar de qualquer nervosismo para não alimentar raiva em relação a esse assunto”. Pronto. Recado dado. Geralmente a pessoa pede desculpas.

Se é difícil de fazer isso? Ô se é! Mas é só no começo. Depois a gente se acostuma a se poupar, pois a gente aprende a respeitar os próprios limites e sentimentos.

O minimalismo não é apenas o desapego de objetos. É também o desapego de emoções que nos fazem mal, com o intuito de encontrar paz, simplicidade, amor, liberdade e respeito.

~ Yuka ~