Afinal, quanto custa ter um filho?

maternidade

Eu sempre tive uma curiosidade muito grande em saber se todos os objetos, roupas, brinquedos, preparação do quarto e se tudo o que os pais compram são realmente necessários, ou se são supérfluos.

Concordo muito com o texto da Rosely Sayão que eu comentei aqui, Mas nunca soube responder com exatidão por justamente não ter a experiência de uma maternidade.

Eu descobri que estou grávida do meu primeiro filho. E resolvi aproveitar essa experiência para tentar compartilhar com vocês o que é necessário e o que eu achei desnecessário na minha gestação.

Encontrei esse post, do blog Vida Organizada, muito interessante e acho que muita coisa irei seguir.

Muitas pessoas perguntaram para mim, agora que estou grávida, se eu compraria um carro. Não, não comprarei um carro. E também continuarei no meu apartamento de 1 dormitório.

O berço ficará no nosso quarto, dividindo o quarto conosco. Claro, não para sempre, mas até o filho completar 1 ou 2 anos. Esse é o tempo necessário para continuarmos com o nosso planejamento de juntar dinheiro suficiente para fazer a mudança para um apartamento de 2 quartos, com planejamento e segurança financeira.

Também não comprarei muitas coisas, apenas o necessário.

Pra mim, a questão toda não é economizar ou não querer gastar dinheiro. Eu não quero comprar o que eu não vou usar. A economia que gera por eu tentar viver uma vida mais simples, é a consequência.

Não quero ter o trabalho de ir na loja, escolher, pagar, esperar chegar em casa, arranjar um lugar em casa pra colocar o que comprei, não quero tirar o pó de uma coisa que não uso, depois ter o trabalho de me desfazer (dar para alguém? Vender? Jogar fora?) e perceber que gastei energia e tempo à toa.

Por isso penso e analiso muito antes de trazer algo em casa para não trazer dor de cabeça futura.

A nossa prioridade será dar atenção, carinho, amor, educação, conhecimento, e principalmente tempo para o nosso filho.

Será uma nova fase 🙂

O próximo post será sobre a lista de enxoval minimalista para bebê que eu estou montando.

– Guta –

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3 comentários sobre “Afinal, quanto custa ter um filho?

  1. Em 1o lugar, parabéns!!!! Concordo muito contigo e tbém sigo esta filosofia. Vivo desapegando das cousas do meu filho de 3 anos. Por + q a gente dê bem poucos presentes a ele, é incrível como ele hanha coisa de parentes e amigos! Nesse Natal pretendo dar 1 presente apenas, pq vejo q qdo ele ganha d+ não fica + feliz, sabe? Aliás, é um upgrade, pq outros anos n ganhou nada ( nem entendia natal c 1-2 anos né)? Rsrs Mas povo fica chocadíssimo, me acham pão dura.

  2. Agora vou te dizer: 1-2 anos é um tempão pra compartilhar quarto c vces… O nosso ficou com a gente no nosso quarto uns 3-4 meses. Depois foi p quarto dele. P nós isso funcionou, pq um filho pequeno já “causa” no casamento, no mesmo quarto então, por tanto tempo… Fora q nosso filho faz muito barulho e se mexe ao dormir, é difícil vc descansar… Total entendo o planejamento financeiro e tal, mas se puder repensar essa parte… Apenas uma dica. Boa sorte, vai ser maravilhoso! E é muito + fácil (e barato!!) ter filhos do q imaginamos (pelo – eu tô adorando). Lóógico q vão rolar momentos tensos, mas é só relaxar e tocar o barco 🙂 te aconselho tbém aquele livro da Pamela Druckmann sobre educar a francesa. Falei d+ já!! Bjos!!!

    • Oi Mi,
      Como te disse, não tenho ainda a experiência para poder afirmar com certeza, mas continuo achando que filho não dá tanto gasto como as pessoas falam. O que dá gasto são as expectativas dos pais: curso de inglês, judô, natação, viagem para Disney, escolar particular, etc. Tanto que se tudo der certo, teremos 3 filhos (olha a nossa animação).
      Já falamos para os parentes e amigos que não pretendemos dar uma festança de 1 ano de aniversário. Podemos sim, assar um bolo em casa, chamar os avós, mais umas 5 pessoas íntimas e soprar a velinha. Mas nada de alugar salão de festas, palhaços e piscina de pula pula. E também tenho que concordar com você que muitas pessoas ficam de queixo caído quando falo isso. Mas o mais importante é que eu e meu marido realmente acreditamos no lema de que para ter tempo para o essencial, precisamos nos desapegar do resto. Conseguir nos livrar do círculo vicioso do consumo imposto pela mídia/sociedade foi o maior alívio (precisar trabalhar muito pra poder comprar um objeto, depois precisa trabalhar mais para pagar as dívidas, comprar mais para se desestressar, trabalhar mais para pagar as dívidas…).
      Obrigada pela dica do livro, vou procurar para ler. E também por compartilhar sua experiência em relação a divisão do quarto.
      Um super beijo.

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