A mesma saia, vários estilos – saia amarela

Da mesma forma que eu falei neste post que a camisa branca é uma peça curinga do meu guarda-roupa, a saia amarela tem um lugar especial no meu coração.

Peguei algumas fotos da internet pra mostrar como dá para montar vários looks com a mesma peça e ter um guarda-roupa enxuto.

 

A saia amarela é ou não é uma peça curinga? 😀

~ Guta ~

Ter ou não ter Facebook, eis a questão

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Algumas pessoas acham estranho eu não ter Facebook. E perguntam se eu não me sinto isolada do mundo.

Eu já tive uma conta, há muito tempo. E não acho o Facebook de todo ruim. Só acho que para mim, não funciona.

Para quem me conhece, sabe que a minha vida é bem normal. Não é rodeada de novidades, nem estou  nadando em rios de dinheiro. Mas ao ter uma conta no Facebook, é inevitável não postar algumas coisas: uma opinião sobre algo, um passeio, uma comida gostosa que comeu, encontro com amigos… Você posta algumas coisas de forma inocente, mas não há como controlar como a pessoa do outro lado recebe essa mensagem. Dependendo da pessoa, pode sentir inveja da sua vida e eu não quero ter esse tipo de energia me rondando.

Conheço pessoas que “curtem” uma foto ou um comentário e depois fica zombando da pessoa pelas costas.

O Facebook é um mar aberto para julgar as pessoas e também de ser julgada. Você posta alguma coisa achando bacana e nem sempre a pessoa que está do outro lado interpreta da mesma forma.

Sinto também que fico socialmente acomodada, já que é muito mais fácil curtir uma foto do que ligar para o amigo.

Outra coisa que me incomoda é a disputa invisível (ou visível) de algumas pessoas, para ser “o mais legal” no Facebook… tem gente que posta tudo esperando uma curtida.

Sobre a pergunta inicial… Se eu me sinto isolada do mundo?

Sim, às vezes eu sinto. Principalmente com pessoas que não tenho contato diário.

Mas também ganho recompensas por não ter Facebook. Meus amigos verdadeiros estão sempre comigo, lembram do meu aniversário, ligam pra mim, fazem visitas, acompanham de perto a minha vida. Quando acontece alguma novidade, eles têm o cuidado de mandar e-mails e fotos pra que eu possa participar dos momentos importantes: a foto do filho, o vestido de noiva que experimentou, a decoração nova da casa, pois sabem que não tenho conta no Facebook.

Pra mim, são esses momentos que faz valer a pena não ter Facebook.

~ Guta ~

Que a felicidade vire rotina…

felicidade

Essa semana, entretida nos meus pensamentos, comecei a concordar que felicidade não é o destino onde queremos chegar, e sim, o caminho ENQUANTO percorremos.

Aprender a lidar com as nossas dificuldades e agradecer pequenas felicidades diárias faz com que a felicidade vire rotina.

É nas pequenas situações, hábitos, conversas, olhares que podemos perceber que a felicidade está por aí, nos rodeando a todo momento.

Sei que é difícil uma pessoa ser feliz 24 horas por dia, mas há formas de diminuir desapontamentos e frustrações.

O que eu tenho feito é evitar situações que me deixam tristes, aborrecidas ou comparar minha vida com os outros.

Por exemplo:

– não tenho uma conta no Facebook, pois dava a impressão de que a vida de todo mundo era uma festa e a minha, não.

– diminuí consideravelmente o tempo que assistia televisão. Com isso, as propagandas que remetem ao consumo não me atingem mais.

– passei a dar mais importância às coisas que já tenho, ao invés de ficar reclamando o que não tenho.

– tento dar mais valor às pessoas, me importar mais com as pessoas.

É difícil e é um exercício diário, mas a sensação é que minha vida está se tornado mais leve.

~ Guta ~

O que você faz quando a luz acaba no fim de tarde?

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Ouve rádio? Acessa internet? Assiste televisão? Vai tomar um banho um banho quente? Mas tudo isso precisa de energia elétrica.

Pois é, nessas horas tomamos consciência do que já estamos cansados de saber: de como somos dependentes de energia elétrica.

A casa começa a escurecer, ligo o módulo lanterna do celular, mas a bateria não vai durar para sempre. Onde será que guardei as velas e o fósforo?

Não queria dormir às 19h.

E para arranjar alguma coisa para fazer, comecei a organizar minhas ideias. De colocar em um papel as coisas que acho mais importante na minha vida.

Ficou assim:

1.) cuidar e dar atenção para a minha família (marido, pais, irmãos, etc)

2.) não perder a minha individualidade e personalidade

3.) atualizar na minha área profissional, para que eu não fique ultrapassada

4.) poder viajar de vez em quando

E só.

Pouco, né? Mas descobri que são essas coisas que me faz feliz 🙂

Analisando isso, descobri que:

A.) a minha prioridade é a família, não é o trabalho (item 1). Isso significa que não preciso almejar um cargo mais alto (e ter mais responsabilidades e dor de cabeça), pois não é o meu objetivo. (Lembram do post do pescador?)

B.) manter meus hobbies e meus amigos é uma forma de continuar sendo o que sempre fui (item 2). Comprar materiais para o meu artesanato, sair com os amigos, etc. Para isso, preciso de um pouco de dinheiro, certo?

C.) trabalhar com disposição e me atualizar na minha área (item 3) é muito bem-vindo, pois vai fazer com que eu cumpra os itens 2 e 4. Não significa fazer hora-extra, nem levar trabalho para casa. Significa trabalhar com entusiasmo e disposição das 8h às 17h e cumprir as metas. Saindo do trabalho, vou curtir a minha vida.

Acho que estou indo pelo caminho certo. Se continuar assim, acredito que tenho tudo para continuar sendo feliz 🙂

~ Guta ~